E
ra uma vez Francisca.Os sons da sirene da escola ecoaram pelos corredores já havia mais ou menos uns cinqüenta
minutos, mas Francisca não estava onde devia esta, entretanto estava onde queria estar: nos braços do seu namorado, aos beijos e sussurros.
Dizem que quando estamos com a pessoa amada, não sentimos o tempo passar, e parece q
ue a pobre da Francisca estava amando. De repente ela repara que já estava ficando tarde, e fala ao sujeito que precisa ir pra casa se não seu pai iria matá-la. Já era possível ver em seu olhar a sua aflição interna, o garoto que devia ter uns cinco anos a mais que ela, não deu nenhuma importância ao que ela havia-lhe dito.
Até que finalmente ela conseguiu adquirir um sentimento que a fizesse desgrudar do jovem, era o medo.
Chegou em casa em passos de bailarina para que ninguém a visse e assim sendo poderia arquitetar a mentira de que já havia chegado horas atrás, no entanto foi recebida pelo seu pai. No instante em que começou a abrir a boca para explicar-se uma bala varou-lhe a testa. Como citei no início, era uma vez Francisca.
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